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-Puja
de Yoga Sandhya
Prática
de Yoga para a Saúde
Antiga prática de Yoga, conhecida como disciplina de Yoga Sandhya
realizada para a harmonização das energias internas, visando a
saúde, a paz e a prosperidade, além de irradiar estas qualidades
para todos os seres.
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-Purnima
Puja
Cerimônia
de Lua Cheia
Neste
dia de Lua Cheia, os Grandes Seres da Divina Hierarquia se
reúnem nos Bosques de Badari, no Himalaia, e executam sagradas
Cerimônias, invocando as Bênçãos do Supremo Governante da
Terra, Sri Bhagavan Narayana, da Rainha de toda Hierarquia,
Divina Mãe de todos os seres, Sri Yoga Devi, do Avatara
encarnado, Bhagavan Mitra Deva e dos Supremos regentes da
Evolução deste Mundo. Nós, neste momento, elevamos nossa consciência
e nos unificamos com esta Assembléia dos Grandes Rishis e
Yoguis, abrindo nossos corações a Eles, plenos de felicidade
e amor divino.
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-Pushya
Suddha Purnima
Lua Cheia de Janeiro,
quando se comemora o advento de Bhagavan Mitra Deva, o Avatara de
nossa Era.
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-Vaishak
Suddha Purnima
O grande festival da
lua cheia de maio, início do ano para os Suddhas e grande
encontro dos Mestres.
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-Revelação
da Suddha Dharma Mandalam
Lua Cheia de Julho
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-Gita
Jayanti
Revelação do Bhagavad
Gita - definida pelos mapas astrológicos da Índia
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-Navaratri
Puja
Navaratri
ou Dasara - Homenagem ao Aspecto Feminino da Divindade
"Saudações
a Divina Mãe Durga, que existe em todos os seres na forma de
inteligência, misericórdia, beatitude, que é a consorte do
Senhor Siva, quem cria, sustenta e destrói todo o universo".
A adoração de Devi é, portanto, adoração das glórias de
Deus, e da grande supremacia de Deus. Ela é a adoração do
Todo-poderoso. É desafortunado o ignorante entendimento feito por
muito, como sendo Kali devi uma simples deusa Hindu sedenta de
sangue. Não! Devi não é um demônio viciado em sangue, nem Ela
é propriedade dos Hindus apenas. Devi não pertence a nenhuma
religião. Devi é o poder ciente de Deus. As palavras sânscritas
“devi”, e “shakti”, etc., e as idéias de diferentes
formas ligadas com esses nomes, são grandes concessões
transmitidas pelos sábios, devido às limitações do intelecto
humano; no final das contas, são meios que tem o significado último
de Shakti.
A Shakti original ou Adi Shakti está além da compreensão
humana. Bhagavan Krishna diz no Bhagavad-gita: “Isto é apenas
Minha natureza inferior. Além disto está a Minha natureza
superior, o princípio da vida o qual sustenta o universo”.
Os Upanishads também dizem: “O Supremo poder de Deus está
manifestado em vários modos. Este poder é natural de Deus,
manifestando-se como conhecimento, força e energia”.
Aproxime-se d´Ela com amor e abra o coração. Revele o seu coração
para Ele com franqueza e humildade. Seja uma criança simples.
Mate sem piedade os inimigos como o egoísmo, astúcia, e
desonestidade. Faça uma total, ser reserva, e dedicada auto-rendição
para Ela. Cante Suas glórias. Repita o Seu Nome. Adore-A com fé
e firme devocao. Realize uma adoração especial no dia de
Navaratri. Navaratri é a ocasião mais adequada para fazer
intensas práticas espirituais. Estes nove dias são muito
sagrados para a Mãe divina. Mergulhe pessoalmente na Sua adoração;
pratique intensa repetição do Nome Divino, tendo uma cota
regular de repetições por dia, e um certo número de horas
gastas nisso.
Devi lutou com Bhandasura e suas forças demoníacas por nove dias
e nove noites. Este Bhandasura teve um maravilhoso nascimento e
vida. Quando o Senhor Siva queimou o Cupido (Kamadeva) como fogo
do Seu terceiro olho, Sri Ganesha alegremente moldou uma figura
com as cinzas, e o Senhor soprou vida destro dela. Este foi o terrível
demônio Bhandasura. Ele engajou-se pessoalmente em grande
penitencias, e por causa disso ele obteve uma benção do Senhor
Siva. Com a ajuda desta benção, ele iniciou a perturbar os
mundos. Por conseguinte, a Mãe Divina lutou com ele por nove dias
e nove noites. (os demônios possuem uma força extraordinária
durante a noite), e matou-o pela manhã do décimo dia, conhecido
como Vijaya Dasami. O estudo de qualquer ciência é iniciado
neste dia altamente auspicioso. Ele foi o dia em que Arjuna adorou
Devi, antes de começar a batalha contra os Kauravas, no campo de
Kurukshetra. Sri Rama adorou Durga na época de lugar com Ravana,
evocando-A para ajudar na guerra. Estes dias foram os dias que
precedem o dia Vijaya Dasami. Eles lutaram e receberam a vitória
através da Sua graça. Nos dias de outrora, os reis costumavam
responsabilizar-se por ambiciosas expedições no dia de Vijaya
Dasami. Os reis que não iam a tais expedições costumavam ir
para caçar na densa floresta. Em Rajputana, Índia, mesmo nesta
data, as pessoas simulam algum ataque alguma forte em no dia de
Vijaya Dasami. Este dia, portanto, tem muito a ver com a vida de
Sri Rama. Em nenhum lugar da história do mundo poderemos
encontrar um paralelo para o caráter de Sri Rama como homem,
filho, irmão, marido, pai ou rei. Maharishi Valmiki exauriu toda
a língua para descrever as glórias de Sri Rama. E, nós devemos
celebrar corretamente o Dussera se nós fizermos esforços
honestos para destruir o demônio do nosso ego, e irradiar paz e
amor onde formos. Permita-se a todos decidirem tornarem-se homens
de legítimo caráter. Permitam nos decidir e agir assim. A história
de Sri Rama é conhecida em quase todas as partes do globo, e se nós
seguirmos uma centésima parte dos Seus ensinamentos, nós teremos
nossas vidas mais fragrantes do que rosas, e mais brilhantes do
que o ouro!
As observações religiosas, adoração tradicional e o
observar os tempos de comemoração possuem mais do que um
significado. Aparte de se estar adorando o Divino comemora-se os
comoventes movimentos na história, sendo alegóricos, quando
interpretado pelo ponto de vista oculto; finalmente, estas
comemorações são pontos profundamente significativos, e
desvelam orientações para o individuo no seu caminho para a
realizar Deus.
Exteriormente, os nove dias de adoração a Devi são a comemoração
do triunfo. Estes nove dias de celebração são oferecidos para a
Mãe para o Seu sucesso na luta com os formidáveis demônios
conduzidos por Mahishasura. Mas, para o sincero aspirante
espiritual, a particular divisão do Navaratri dentro de um grupo
de três dias, para adorar os diferentes aspectos da Suprema
Deusa, são muito sublimes, uma vez que a verdade prática
desvela-se. Este é o seu aspecto cósmico, ele resume os estágios
da evolução do homem em direção a Deus, do Jivahood (o estado
de individualização), ao Shivahood (o estado de auto-realização).
Nesta sua importância individual, ele mostra o curso que a sua prática
espiritual deve ter.
Deixe-nos agora considerar como, nos primeiros três dias, a Mãe
é adorada como supremo poder, e força, como a terrível Durga. A
adoração para a Mãe Durga deve ser para destruir todas as suas
impurezas, seus vícios, seus defeitos. Ela é para lutar e
aniquilar na base as qualidades animalescas no aspirante
espiritual, a baixa e diabólica natureza nele. Também, Ela é
poder que protege a sua prática espiritual dos muitos perigos e
armadilhas. Assim nos primeiros três dias, os quais marcam os
primeiros estágios da destruição das impurezas, empenhe-se em
arrancar pela raiz, com esforço e determinação, as más tendências
da sua mente, fazendo isto parte da adoração do aspecto
destrutivo da Mãe.
Om Tat Sat
O festival de Durga Puja é observado duas vezes ao ano, no mês
de Chaitra e no Aswayuja. Este último por nove dias, em homenagem
as nove manifestações de Durga. Durante o Navaratri – a
palavra significa “nove noites”, os devotos de Durga observam
jejum. O Brahmanas são alimentados, e orações são oferecidas
para a proteção da saúde e propriedades.
No início do verão, e no início do inverno, a duas conjunções
importantes de clima bem como de influência solar. Estes dois períodos
são tidos como oportunidades sagradas para a adoração a Mãe
divina. Eles são, respectivamente, Rama-Navaratri em Chaitra –
Abril-Maio, e no Durga-Navaratri, em Aswayuja, Setembro-Outubro.
Os corpos e mentes das pessoas experimentam uma considerável
mudança em virtude das mudanças da natureza. Sri Rama é adorado
na ocasião do Ramnavmi, e a Mãe Divina durante o Navaratri.
O Durga puja é celebrado em várias regiões da Índia, em
diferentes estilos. Mas a meta básica destas celebrações é
concilar Shakti, a Deusa no Seu aspecto de poder, para entregar às
pessoas riqueza, auspiciosidade, prospetidade, conhecimento (tanto
o sagrado como o secular), e todos os outros poderes potentes.
Qualquer que seja um pedido particular ou especial que cada um
possa colocar diante da Deusa, qualquer que seja o favor que alguém
peça para Ela, e alguém pensa por detrás de todas as conciliações,
adora e liga-se com Ela. Não há outro propósito. Isto será
efetuado de modo consciente ou inconsciente. Cada um é abençoado
com Sua amável misericórdia, e será protegido por Ela.
O Durga puja inicia no primeiro e encerra no décimo dia da luz
minguante, de Aswayuja, entre Setembro e Outubro. Este dia é
referenciado como a comemoração da vitória de Durga sobre
Mahishasura, o demônio com cabeça de búfalo. Na Bengala, a
imagem de Durga é adorada por nove dias, e, então, a Deidade é
levada para o rio. O décimo dia é chamado de Vijaya Dasami ou
Dussera (o décimo dia). Uma procissão com a Sua imagem tem lugar
ao longo das ruas dos vilarejos e cidades.
A Mãe de Durga (que é a esposa do Rei dos Himalayas), desejou
ver Sua filha. Durga teve a permissão do Senhor Siva para ir ver
a Sua amada mãe apenas por nove dias no ano. O festival de Durga
Puja assinala esta breve visita e termina com o dia Vijaya Dasami,
quando a Deusa Durga deixou a Sua mãe para retornar ao Monte
Kailas. Esta é a visão de alguns devotos de Durga.
A adoração de Devi, a Mãe Universal, leva ao alcance do
conhecimento do Ser. A história do Kena Upanishad, conhecida como
“Yaksha Prasna”, mantém esta visão. Ela nos diz que Uma, a Mãe
Divina, ensinou a Verdade para os deuses. A Deusa Shakti assim
distribuiu a sabedoria para Seus devotos.
Om Tat Sat
Toda
a pesquisa acima foi realizada no site: www.sivananda.org.br
Dias
(três
primeiros dias)
→ Divina
Durga
Maha
Durga (a
grande Durga) é a Shakti
(energia feminina ou consorte) do Senhor Shiva,
aquele que corresponde ao terceiro aspecto da Trimurti
(Trindade Hindu) e representa os aspecto Destruidor/Transformador
de Deus. Sendo assim, ela manifesta o poder destruidor de Shiva,
que é a característica da Guna
(qualidade) tamásica, representada pela cor preta.
Durga
vence
a escuridão, destruindo a ignorância para que a transformação
possa ocorrer. Aquela que remove os obstáculos
108
Gayatri / Om Dum Dhurge Namaha
Dias
(quarto
ou sexto dia)
→ Divina
Lakshimi
MahaLakshmi
(a
grande Lakshmi) ou Sri
Lakshmi (literalmente, "marca"), é a Devi
que corresponde ao Senhor Vishnu,
o aspecto Preservador/Conservador da Trimurti.
Como sua Shakti
(energia feminina), ela representa a qualidade rajásica
(atividade), necessária para garantir a preservação da Criação.
Lakshmi
simboliza o poder do pensamento purificado e é a encarnação do
amor e da misericórdia, por isso, o órgão que a representa é o
coração e sua cor é o vermelho. Aquela que promove
prosperidade.
108
Gayatri / Om Srim Maha Lakshimyei Namaha
Dias
(sexto
ao nono dia)
→ Divina
Saraswati
Sarasvati
(literalmente, “aquela que flui”) é a consorte do Senhor Brahma,
o aspecto Criador da trindade hindu. Como sua Shakti,
ela simboliza as qualidades satvicas (equilíbrio – pureza),
necessárias à Sabedoria. Por isso, ela é representada pela cor
branca. Sarasvati também
simboliza a boca e a pureza da fala (que confere poder à palavra
proferida).
Sarasvati
é considerada a Deusa das Ciências, das artes e da Sabedoria.
108
Gayatri / Om Aim Namaha Saraswatyai
Dia
23 → Décimo
Dia - Vijaya Dasami ou Dia da Vitória – Yoga Devi
O
ponto culminante do Festival acontece no décimo dia, conhecido
como Vijaya Dasami (Dia
da Vitória). Ele indica que o êxito da Realização é possível
para todo aquele que verdadeiramente se dispõe a enfrentar e
destruir a escuridão da ignorância, na qual o homem comum se
encontra imerso.
108
Gayatri / Om Hrim Yogadeviaya Namaha
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-Sri
Ganesha Chaturthi
Sri Ganesha é um dos Devas (forma de
Deus) mais amados pelos Hindus. Sua imagem pode ser encontrada nos
mais diversos objetos, bem como pintados nas casas, em pôsteres,
brinquedos, e assim por diante. Não importa qual seja a seita,
ele é convocado para dar início a qualquer iniciativa. Ele é o
Deus do começo e o removedor dos obstáculos. Ele está
associado, também, com a arte e o estudo. Foi Ele quem compilou o
Mahabharata para Vyasadeva. Ele é um dos dois filhos de Siva e
Parvati e tal qual o seu irmão Skanda, ele foi criado apenas por
um dos seus pais.
Parvati
gerou Ganesha para cuidar da porta enquanto ela se banhava. Siva,
tendo retornado a casa, após uma longa viagem, foi barrado pelo
Seu filho. Nenhum dos dois reconheceram-se. Siva cortou a cabeça
de Ganesha, no que Parvati, sentindo-se ultrajada com o
acontecimento, mandou que Siva colocasse no lugar a primeira cabeça
do primeiro ser que encontrasse, acontecendo que foi um elefante.
Parvati colocou a cabeça no filho e reviveu Ganesha, agora mais
maravilhoso do que antes, com uma nova cabeça de elefante (para
que as pessoas puras vissem além do aparente, a bondade d’Ele).
Ganesha
possui um corpo que está usualmente pintado com quatro braços.
Algumas vezes ele está sentado, e outras ele está dançando. Nas
suas mãos ele carrega um Parashu (machado), um Ankusha (um aguilhão
de elefantes), um Pasha (laço), um Padma (flor de lótus) ou uma
tigela de bolinhas de Modaka (doces).
Pesquisa
realizada no site: www.sivananda.org.br
Puja
Realizado no mês de Janeiro
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-Mahashivarátri
- a Grande noite de Shiva
No
Shivapurána é dito que, em todos os meses, a noite
anterior ao dia da Lua Nova é dedicada a Shiva. Essa noite
é chamada Shivarátri, a “noite de Shiva”. Uma
vez ao ano, no mês de fevereiro/março, chamado mágha, há
um dia e uma noite inteiros dedicados a Shiva, chamados Maháshivarátri.
Esse dia é de orações, rituais, ascetismo e práticas
espirituais. É quando novos sannyásis, renunciantes, são
iniciados; pessoas que desse momento se propõem a viver somente
suas buscas espirituais. Na Índia, em todos os templos de Shiva,
há uma grande comemoração nesse dia.
Shiva, na tríade vêdica, é o Destruidor, Transformador,
ao lado de Brahmá, o Criador, e Vishnu, o
Preservador.
Não encontramos templos a Brahmá, pois todo o mundo é
seu templo, e o respeito à criação, o oferecimento de orações
a Ele. Nada temos a pedir, pois a criação aqui está.
Vishnu, o Preservador da criação, é casado como Lakshmí,
a Deusa da riqueza. Os templos dedicados a Eles, ou a uma das
manifestações de Vishnu, como Ráma ou Krishna,
são de grande beleza e muito populares. A Ele é pedido o
bem-estar, conforto, riqueza e bens materiais.
Shiva é o asceta. Ele dissolve a criação para o
aparecimento de outra. Ele remove a ignorância para dar lugar ao
conhecimento. Ele ajuda os ascetas, os yogis e os estudantes de
Vedanta no seu caminho espiritual. Ele domina todas as disciplinas
físicas e mentais. Freqüentemente encontramos imagens de Shiva
em profunda meditação. Muitos se espantam ao vê-lo envolto em
cobras e decorado com cinzas. A cobra simboliza o ego, o ahamkára,
que para Ele não é um problema. Para Ele o ego é um alamkára,
uma decoração, pois Ele tem o conhecimento do Eu real,
ilimitado. As cinzas representam a queima da ignorância e da ilusão.
Os cabelos são compridos como os de um asceta, com um coque no
alto da cabeça aparando o rio Ganges, que vem com grande força
destruidora, para fazer com que esse mesmo rio saia mais tranqüilo
para abençoar os seres na Terra. Ao seu lado, em uma de suas mãos,
o tridente, trishúla, símbolo do renunciante, e na outra
o damaru, pequeno tambor de onde partem os primeiros sons
da criação.
Shiva é Íshvara, também chamado Maheshvara
e Jagadíshvara – o Grande Senhor e o Senhor do Universo.
Íshvara é o todo, toda a criação e a causa desta. Por
isso Shiva também é simbolizado por um lingam. Lingam,
em sânscrito, significa alguma coisa com a ajuda da qual você vê
outra coisa. É uma indicação. Shivalingam é uma forma
sem forma específica. Uma forma que inclui todas as formas. É o
símbolo do todo, que é Shiva.
No dia de Maháshivarátri os devotos passam o dia em
atividades religiosas e espirituais. Ficam em silêncio, jejum e
orações, e no templo há, durante todo o dia, até a meia-noite,
uma corrente contínua de repetição do mantra Om namah
shiváya – Om saudações a Shiva. Durante o dia
vários rituais são feitos. À noite é feito o árati
(ritual simples com fogo e cânticos) e distribuído prasáda
(alguma coisa, principalmente comestível, que é oferecida no
templo e depois dada a todos os que participam).
Durante todo esse dia e essa noite, Shiva, que significa auspiciosidade,
é lembrado. Não só Ele, mas o que Ele representa: a dedicação
total à chamada vida espiritual e à busca do conhecimento; a
destruição completa da ignorância e quaisquer obstáculos que
possam existir; a dissolução do devoto no altar da devoção, na
chama do conhecimento da identidade da natureza de ambos. O devoto
de Shiva alcança o bem absoluto que é Ele mesmo.
Pesquisa
realizada no site: www.yoga.pro.br
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-Hanuman
Jayanti
Sri
Hanuman é adorado por sobre toda a Índia, tanto só como junto
com Rama. Cada templo de Sri Rama tem a Murti ou ídolo de Sri
Hanuman. Hanumam foi um Avatara do Senhor Siva. Ele nasceu do Deus
do vento e de Anjani Devi. Ele é também chamado pelos nomens de
Pavanasuta, Marutsuta, Mahavira, Bajrangabali, e Pavankumar.
Hanumam foi o poder vivente de Ram-Nam. Ele foi um idel
trabalhador abnegado, um verdadeiro Karmam-yogi, que trabalhava
desinteressadamente. Ele foi um grande devoto e um excepcional
Brahmachari ou celibatário. Ele serviu Sri Rama com amor puro e
devoção, sem especar nenhum fruto de resultado. Ele viveu apenas
para servir Sri Rama. Ele foi humilde, bravo e sábio. Ele possuía
todas as virtudes divinas. Ele fez o que os outros não fizeram;
ele cruzou o oceano simplesmente para expressar Ram-Nam, queimar o
rei demônio da cidade de Lanka, e trazer a erva sagrada para
salvar a vida de Lakshmana. Ele trouxe Sri Rama e Lakshmana do
mundo inferior após matar Ahiravana.
Hanumam possuía devoção, conhecimento, espírito de serviço
abnegado, poder de celibato, e livre de desejo. Ele jamais
gabou-se da sua bravura e inteligência. Ele disse para o demônio
Ravana: “Eu sou um humilde mensageiro de Sri Rama. Eu vim
aqui para servir Sri Rama, para fazer o Seu trabalho. Eu vim aqui
pelas ordens de Sri Rama. Eu sou destemido pelas graça de Sri
Rama. Eu não tenho medo da morte. Eu dou boas vindas a ela se
vier enquanto estiver servindo Sri Rama”. Veja-se como
Hanuman foi humilde! Ele tinha profunda devoção por Sri Rama!
Ela jamis disse: “Eu sou o bravo Hanuman. Eu posso fazer
tudo e qualquer coisa”. Sri Rama pessoalmente disse para Rama:
“Eu estou muito agradecido a voce, óh magnifico herói. Você
fez maravilhas, coisas super humanas. Você nunca quis qualquer
coisa em retorno. Sugriva teve seu reino devolvido para ele.
Angaba havia coroado principe. Vibhishana tornou-se rei de Lanka.
Mas voce nao pediu qualquer coisa em nenhum tempo. Você tirou a
preciosa guirlanda de perolas dada a você por Sita. Como posso eu
pagar Meus débitos com a sua gratidão? Eu irei sempre ficar
profundamente agradecido a você. Eu entrego a você a bênção
da vida eterna. Todos irão honrar e adorar a você como a Mim
mesmo. Seus ídolos irão ser colocados nas portas de Meus
templos, e você será adorado e honrado primeiro. Sempre que
Minhas histórias forem recitadas forem recitadas ou as glórias
cantadas, sua gloria se cantada antes de Mim. Você será capaz de
fazer qualquer coisa, mesmo o que Eu não for capaz de fazer!”.
Deste modo Sri Rama glorificou Hanunam quando ele retornou após
encontrar Sita em Lanla. Hanuman não exaltou-se nem um pouco. Ele
prestou reverências aos pés de Sri Rama.
Sri Rama pediu para ele: “’Oh magnífico herói, como você
cruzou o oceano?”, Hanuman humildemente respondeu: “Por
Sua graca, meu Senhor”. Que profunda humildade Hanuman
encorporou?
Muitos querem riqueza em retorno pelos seus services. Alguns não
querem riqueza, mas eles não podem resistir ao nome e fama.
Outros não querem nada disso, mas querem aprovação. Apesar de
outros não quererem nada, eles ostentam seus feitos. Mas Hanuman
estava acima de tudo isso. Isso é o por que ele é reconhecido
como um Karma-Yogi ideal, e um insuperável adepto de Bhakti. Sua
vida está cheia de lições , objetivas. Cada um deverá seguir o
melhor possível o nobre exemplo de Hanuman.
Seu aniversário cai no dia de Chaitra Shukla Purnima, o dia de
lua cheia em Março-Abril. Neste dia sagrado é feita a adoração
de Sri Hanuman. Deve-se jejuar neste dia. Leia o Sri Hanuman
Chalisa. Passe todo o dia fazendo Japa de Ram-Nam. Hanuman ficará
altamente satisfeito e irá abençoar você com sucesso em todas
as suas tarefas.
Glórias
a Hanuman! Glórias ao seu Senhor, Sri Rama!
Pesquisa
realizada no site: www.sivananda.org.br
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-Ramnavami
Ramnavami
ou o aniversário do Senhor Rama acontece no nono dia do lua
cheia, no mês de Chaitra Março-Abril. Rama é o Senhor Hari em
pessoa, que encarnou na Terra para destruir Ravana. Shri Rama
estava lindamente adornado com marcas reais. Sua glória e proeza
são ilimitadas. Ele foi uma pérola por sobre a Terra. Rama
estava completamente livre da malícia. Ele era gentil. Ele foi o
protetor de todas as pessoas. Ele sempre se dirigia as pessoas com
palavras gentis. Ele jamais usou quaisquer palavras ásperas mesmo
quando alguém O provocava. Ele firmou-se no mundo todo.
Deixe o Senhor Rama ser um ideal para você. Os verdadeiros ideais
são adotados e relembrados com o propósito de serem adotados na
própria vida. A celebração de Ramnavmi ou Vasanta Navaratri,
todos os anos, é uma ocasião apropriada para saturar a você
mesmo com o espírito do Senhor Rama. Nós amamos e adoramos
nossos ideais porque nós expressamos através disso nossas
saudades de união com eles. Em nossa adoração a Deus está
implicado que devemos ser virtuosos, bons e perfeitos tais como
Deus é. Por conseguinte, a sábia instrução: “Uma pessoa deve
se tornar divina com o objetivo de capacitar para adorar a
Deus”. Ninguém poderá ser um autêntico adorador do Senhor
Rama a menos que faça a si próprio uma pessoa honesta, plantando
as virtudes que o Senhor Rama representa. De outro modo, a adoração
do Senhor Rama é em si mesma um meio certo de desenvolver tais
virtudes.
A
nobre lição que está incorporada no Ramayana é de suprema
importância para a justiça para a vida de cada ser humano. Justiça
é uma centelha espiritual da vida. Cultivar a justiça ou retidão
é um processo fundamental latente da divindade humana. A gloriosa
encarnação do Ser Supremo, na forma do Senhor Rama, é um
exemplo do caminho da retidão. Deixe-se a humanidade seguir os
passos de Shri Rama, e praticar os ideais esperançosos d’Ele,
pois este é o único caminho para a paz eterna, prosperidade e
riqueza neste mundo.
Adorem, portanto, o Senhor Rama, que é Vishnu em si mesmo, esposo
de Sita, que é a própria Lakshmi. Abandone todos as tolices e
inimizades. Sirva ao Senhor Rama. Ram-nam (o nome de Rama), queima
a ignorância, a paixão e o pecado. Com ou sem conhecimento,
correta ou incorretamente, quando a palavra “Rama”é
pronunciada chove uma chuva de bênçãos por sobre o devoto. Shri
Rama é Brahman que que faz alguém cruzar o oceano da existência
mundana. Rama é o que os Yogis suportam, que é o Ser interior.
O Senhor Siva disse para a Sua consorte Parvati: “Este nome de
Rama - Ram-nam - equivale a milhares de nomes do Senhor, ou
repetir um Mantra milhares de vezes”.
Oh
amado seguidores! O tempo corre. Conheça o valor do tempo. O
tempo é muito precioso. Utilize cada segundo proveitosamente. Não
negligencie. Abandone a fofocagem inútil. Esqueça o passado.
Viva cada momento da sua vida para a realização da meta e do
ideal divinos. Desvele as suas qualidades espirituais latentes.
Plante, desenvolva e torne-se um super homem, ou um Yogi dinâmico.
Esforce-se para alcançar a meta da vida.
Que todos alcancem a meta da beatitude final da vida, através de
intensa devoção para Shri Rama! Que todos vivam mergulhados no
êxtase do Amor Divino! Que Shri Rama, que é refulgente como milhões
de sois, e que é adorado pelos deuses e devotos, proteja a todos!
Que as bênçãos do Senhor Rama caiam por sobre todos nos!
Om
Tat Sat
Pesquisa
realizada no site: www.sivananda.org.br
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-Holi
Purnima
Puja de Lua Cheia junto
com Holi que Significa
queimar todas as impurezas da mente, como egoísmo, vaidade e cobiça
no fogo da devoção e do conhecimento. Acende o amor cósmico,
compaixão, generosidade, inegoísmo, veracidade e pureza no fogo
da prática Yóguica.
Este puja vai cai no mês
de março.
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-Guru
Purnima
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Puja dedicado ao Guru
- homenageando toda a tradição Guru-Sishya (Mestre
- Discípulo) que mantém o Dharma no mundo e mantem
vivos os métodos de auto-realização
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OBS:
Cada Sede ou Ashram, tem o seu próprio calendario, veja no
link dos Ashramas ou sedes para ver a agenda de cada lugar.
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