Pujas e Cerimônias

Segue uma breve explicação sobre cada Puja


-Puja de Yoga Sandhya

Prática de Yoga para a Saúde
Antiga prática de Yoga, conhecida como disciplina de Yoga Sandhya realizada para a harmonização das energias internas, visando a saúde, a paz e a prosperidade, além de irradiar estas qualidades para todos os seres.


-Purnima Puja

Cerimônia de Lua Cheia

Neste dia de Lua Cheia, os Grandes Seres da Divina Hierarquia se reúnem nos Bosques de Badari, no Himalaia, e executam sagradas Cerimônias, invocando as Bênçãos do Supremo Governante da Terra, Sri Bhagavan Narayana, da Rainha de toda Hierarquia, Divina Mãe de todos os seres, Sri Yoga Devi, do Avatara encarnado, Bhagavan Mitra Deva e dos Supremos regentes da Evolução deste Mundo. Nós, neste momento, elevamos nossa consciência e nos unificamos com esta Assembléia dos Grandes Rishis e Yoguis, abrindo nossos corações a Eles, plenos de felicidade e amor divino.


-Pushya Suddha Purnima

Lua Cheia de Janeiro, quando se comemora o advento de Bhagavan Mitra Deva, o Avatara de nossa Era.


-Vaishak Suddha Purnima

O grande festival da lua cheia de maio, início do ano para os Suddhas e grande encontro dos Mestres.


-Revelação da Suddha Dharma Mandalam

Lua Cheia de Julho


-Gita Jayanti

Revelação do Bhagavad Gita - definida pelos mapas astrológicos da Índia


-Navaratri Puja

Navaratri ou Dasara - Homenagem ao Aspecto Feminino da Divindade

 

"Saudações a Divina Mãe Durga, que existe em todos os seres na forma de inteligência, misericórdia, beatitude, que é a consorte do Senhor Siva, quem cria, sustenta e destrói todo o universo".

A adoração de Devi é, portanto, adoração das glórias de Deus, e da grande supremacia de Deus. Ela é a adoração do Todo-poderoso. É desafortunado o ignorante entendimento feito por muito, como sendo Kali devi uma simples deusa Hindu sedenta de sangue. Não! Devi não é um demônio viciado em sangue, nem Ela é propriedade dos Hindus apenas. Devi não pertence a nenhuma religião. Devi é o poder ciente de Deus. As palavras sânscritas “devi”, e “shakti”, etc., e as idéias de diferentes formas ligadas com esses nomes, são grandes concessões transmitidas pelos sábios, devido às limitações do intelecto humano; no final das contas, são meios que tem o significado último de Shakti.
A Shakti original ou Adi Shakti está além da compreensão humana. Bhagavan Krishna diz no Bhagavad-gita: “Isto é apenas Minha natureza inferior. Além disto está a Minha natureza superior, o princípio da vida o qual sustenta o universo”.
Os Upanishads também dizem: “O Supremo poder de Deus está manifestado em vários modos. Este poder é natural de Deus, manifestando-se como conhecimento, força e energia”.
Aproxime-se d´Ela com amor e abra o coração. Revele o seu coração para Ele com franqueza e humildade. Seja uma criança simples. Mate sem piedade os inimigos como o egoísmo, astúcia, e desonestidade. Faça uma total, ser reserva, e dedicada auto-rendição para Ela. Cante Suas glórias. Repita o Seu Nome. Adore-A com fé e firme devocao. Realize uma adoração especial no dia de Navaratri. Navaratri é a ocasião mais adequada para fazer intensas práticas espirituais. Estes nove dias são muito sagrados para a Mãe divina. Mergulhe pessoalmente na Sua adoração; pratique intensa repetição do Nome Divino, tendo uma cota regular de repetições por dia, e um certo número de horas gastas nisso.


Devi lutou com Bhandasura e suas forças demoníacas por nove dias e nove noites. Este Bhandasura teve um maravilhoso nascimento e vida. Quando o Senhor Siva queimou o Cupido (Kamadeva) como fogo do Seu terceiro olho, Sri Ganesha alegremente moldou uma figura com as cinzas, e o Senhor soprou vida destro dela. Este foi o terrível demônio Bhandasura. Ele engajou-se pessoalmente em grande penitencias, e por causa disso ele obteve uma benção do Senhor Siva. Com a ajuda desta benção, ele iniciou a perturbar os mundos. Por conseguinte, a Mãe Divina lutou com ele por nove dias e nove noites. (os demônios possuem uma força extraordinária durante a noite), e matou-o pela manhã do décimo dia, conhecido como Vijaya Dasami. O estudo de qualquer ciência é iniciado neste dia altamente auspicioso. Ele foi o dia em que Arjuna adorou Devi, antes de começar a batalha contra os Kauravas, no campo de Kurukshetra. Sri Rama adorou Durga na época de lugar com Ravana, evocando-A para ajudar na guerra. Estes dias foram os dias que precedem o dia Vijaya Dasami. Eles lutaram e receberam a vitória através da Sua graça. Nos dias de outrora, os reis costumavam responsabilizar-se por ambiciosas expedições no dia de Vijaya Dasami. Os reis que não iam a tais expedições costumavam ir para caçar na densa floresta. Em Rajputana, Índia, mesmo nesta data, as pessoas simulam algum ataque alguma forte em no dia de Vijaya Dasami. Este dia, portanto, tem muito a ver com a vida de Sri Rama. Em nenhum lugar da história do mundo poderemos encontrar um paralelo para o caráter de Sri Rama como homem, filho, irmão, marido, pai ou rei. Maharishi Valmiki exauriu toda a língua para descrever as glórias de Sri Rama. E, nós devemos celebrar corretamente o Dussera se nós fizermos esforços honestos para destruir o demônio do nosso ego, e irradiar paz e amor onde formos. Permita-se a todos decidirem tornarem-se homens de legítimo caráter. Permitam nos decidir e agir assim. A história de Sri Rama é conhecida em quase todas as partes do globo, e se nós seguirmos uma centésima parte dos Seus ensinamentos, nós teremos nossas vidas mais fragrantes do que rosas, e mais brilhantes do que o ouro!

As observações religiosas, adoração tradicional e o observar os tempos de comemoração possuem mais do que um significado. Aparte de se estar adorando o Divino comemora-se os comoventes movimentos na história, sendo alegóricos, quando interpretado pelo ponto de vista oculto; finalmente, estas comemorações são pontos profundamente significativos, e desvelam orientações para o individuo no seu caminho para a realizar Deus.
Exteriormente, os nove dias de adoração a Devi são a comemoração do triunfo. Estes nove dias de celebração são oferecidos para a Mãe para o Seu sucesso na luta com os formidáveis demônios conduzidos por Mahishasura. Mas, para o sincero aspirante espiritual, a particular divisão do Navaratri dentro de um grupo de três dias, para adorar os diferentes aspectos da Suprema Deusa, são muito sublimes, uma vez que a verdade prática desvela-se. Este é o seu aspecto cósmico, ele resume os estágios da evolução do homem em direção a Deus, do Jivahood (o estado de individualização), ao Shivahood (o estado de auto-realização). Nesta sua importância individual, ele mostra o curso que a sua prática espiritual deve ter.

Deixe-nos agora considerar como, nos primeiros três dias, a Mãe é adorada como supremo poder, e força, como a terrível Durga. A adoração para a Mãe Durga deve ser para destruir todas as suas impurezas, seus vícios, seus defeitos. Ela é para lutar e aniquilar na base as qualidades animalescas no aspirante espiritual, a baixa e diabólica natureza nele. Também, Ela é poder que protege a sua prática espiritual dos muitos perigos e armadilhas. Assim nos primeiros três dias, os quais marcam os primeiros estágios da destruição das impurezas, empenhe-se em arrancar pela raiz, com esforço e determinação, as más tendências da sua mente, fazendo isto parte da adoração do aspecto destrutivo da Mãe.

Om Tat Sat

O festival de Durga Puja é observado duas vezes ao ano, no mês de Chaitra e no Aswayuja. Este último por nove dias, em homenagem as nove manifestações de Durga. Durante o Navaratri – a palavra significa “nove noites”, os devotos de Durga observam jejum. O Brahmanas são alimentados, e orações são oferecidas para a proteção da saúde e propriedades.
No início do verão, e no início do inverno, a duas conjunções importantes de clima bem como de influência solar. Estes dois períodos são tidos como oportunidades sagradas para a adoração a Mãe divina. Eles são, respectivamente, Rama-Navaratri em Chaitra – Abril-Maio, e no Durga-Navaratri, em Aswayuja, Setembro-Outubro. Os corpos e mentes das pessoas experimentam uma considerável mudança em virtude das mudanças da natureza. Sri Rama é adorado na ocasião do Ramnavmi, e a Mãe Divina durante o Navaratri.
O Durga puja é celebrado em várias regiões da Índia, em diferentes estilos. Mas a meta básica destas celebrações é concilar Shakti, a Deusa no Seu aspecto de poder, para entregar às pessoas riqueza, auspiciosidade, prospetidade, conhecimento (tanto o sagrado como o secular), e todos os outros poderes potentes. Qualquer que seja um pedido particular ou especial que cada um possa colocar diante da Deusa, qualquer que seja o favor que alguém peça para Ela, e alguém pensa por detrás de todas as conciliações, adora e liga-se com Ela. Não há outro propósito. Isto será efetuado de modo consciente ou inconsciente. Cada um é abençoado com Sua amável misericórdia, e será protegido por Ela.
O Durga puja inicia no primeiro e encerra no décimo dia da luz minguante, de Aswayuja, entre Setembro e Outubro. Este dia é referenciado como a comemoração da vitória de Durga sobre Mahishasura, o demônio com cabeça de búfalo. Na Bengala, a imagem de Durga é adorada por nove dias, e, então, a Deidade é levada para o rio. O décimo dia é chamado de Vijaya Dasami ou Dussera (o décimo dia). Uma procissão com a Sua imagem tem lugar ao longo das ruas dos vilarejos e cidades.
A Mãe de Durga (que é a esposa do Rei dos Himalayas), desejou ver Sua filha. Durga teve a permissão do Senhor Siva para ir ver a Sua amada mãe apenas por nove dias no ano. O festival de Durga Puja assinala esta breve visita e termina com o dia Vijaya Dasami, quando a Deusa Durga deixou a Sua mãe para retornar ao Monte Kailas. Esta é a visão de alguns devotos de Durga.

A adoração de Devi, a Mãe Universal, leva ao alcance do conhecimento do Ser. A história do Kena Upanishad, conhecida como “Yaksha Prasna”, mantém esta visão. Ela nos diz que Uma, a Mãe Divina, ensinou a Verdade para os deuses. A Deusa Shakti assim distribuiu a sabedoria para Seus devotos.

Om Tat Sat

Toda a pesquisa acima foi realizada no site: www.sivananda.org.br

 

Dias (três primeiros dias)    Divina Durga

Maha Durga (a grande Durga) é a Shakti (energia feminina ou consorte) do Senhor Shiva, aquele que corresponde ao terceiro aspecto da Trimurti (Trindade Hindu) e representa os aspecto Destruidor/Transformador de Deus. Sendo assim, ela manifesta o poder destruidor de Shiva, que é a característica da Guna (qualidade) tamásica, representada pela cor preta.

Durga vence a escuridão, destruindo a ignorância para que a transformação possa ocorrer. Aquela que remove os obstáculos

108 Gayatri / Om Dum Dhurge Namaha

 

Dias (quarto ou sexto dia)    Divina Lakshimi

MahaLakshmi (a grande Lakshmi) ou Sri Lakshmi (literalmente, "marca"), é a Devi que corresponde ao Senhor Vishnu, o aspecto Preservador/Conservador da Trimurti. Como sua Shakti (energia feminina), ela representa a qualidade rajásica (atividade), necessária para garantir a preservação da Criação.

Lakshmi simboliza o poder do pensamento purificado e é a encarnação do amor e da misericórdia, por isso, o órgão que a representa é o coração e sua cor é o vermelho. Aquela que promove prosperidade.

108 Gayatri / Om Srim Maha Lakshimyei Namaha

 

Dias (sexto ao nono dia)    Divina Saraswati

Sarasvati (literalmente, “aquela que flui”) é a consorte do Senhor Brahma, o aspecto Criador da trindade hindu. Como sua Shakti, ela simboliza as qualidades satvicas (equilíbrio – pureza), necessárias à Sabedoria. Por isso, ela é representada pela cor branca. Sarasvati também simboliza a boca e a pureza da fala (que confere poder à palavra proferida).

Sarasvati é considerada a Deusa das Ciências, das artes e da Sabedoria.

108 Gayatri / Om Aim Namaha Saraswatyai

 

Dia 23 →  Décimo Dia - Vijaya Dasami ou Dia da Vitória – Yoga Devi

O ponto culminante do Festival acontece no décimo dia, conhecido como Vijaya Dasami (Dia da Vitória). Ele indica que o êxito da Realização é possível para todo aquele que verdadeiramente se dispõe a enfrentar e destruir a escuridão da ignorância, na qual o homem comum se encontra imerso.

108 Gayatri / Om Hrim Yogadeviaya Namaha

 

 


-Sri Ganesha Chaturthi
Sri Ganesha é um dos Devas (forma de Deus) mais amados pelos Hindus. Sua imagem pode ser encontrada nos mais diversos objetos, bem como pintados nas casas, em pôsteres, brinquedos, e assim por diante. Não importa qual seja a seita, ele é convocado para dar início a qualquer iniciativa. Ele é o Deus do começo e o removedor dos obstáculos. Ele está associado, também, com a arte e o estudo. Foi Ele quem compilou o Mahabharata para Vyasadeva. Ele é um dos dois filhos de Siva e Parvati e tal qual o seu irmão Skanda, ele foi criado apenas por um dos seus pais.

Parvati gerou Ganesha para cuidar da porta enquanto ela se banhava. Siva, tendo retornado a casa, após uma longa viagem, foi barrado pelo Seu filho. Nenhum dos dois reconheceram-se. Siva cortou a cabeça de Ganesha, no que Parvati, sentindo-se ultrajada com o acontecimento, mandou que Siva colocasse no lugar a primeira cabeça do primeiro ser que encontrasse, acontecendo que foi um elefante. Parvati colocou a cabeça no filho e reviveu Ganesha, agora mais maravilhoso do que antes, com uma nova cabeça de elefante (para que as pessoas puras vissem além do aparente, a bondade d’Ele).

Ganesha possui um corpo que está usualmente pintado com quatro braços. Algumas vezes ele está sentado, e outras ele está dançando. Nas suas mãos ele carrega um Parashu (machado), um Ankusha (um aguilhão de elefantes), um Pasha (laço), um Padma (flor de lótus) ou uma tigela de bolinhas de Modaka (doces).

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Puja Realizado no mês de Janeiro


-Mahashivarátri - a Grande noite de Shiva

No Shivapurána é dito que, em todos os meses, a noite anterior ao dia da Lua Nova é dedicada a Shiva. Essa noite é chamada Shivarátri, a “noite de Shiva”. Uma vez ao ano, no mês de fevereiro/março, chamado mágha, há um dia e uma noite inteiros dedicados a Shiva, chamados Maháshivarátri. Esse dia é de orações, rituais, ascetismo e práticas espirituais. É quando novos sannyásis, renunciantes, são iniciados; pessoas que desse momento se propõem a viver somente suas buscas espirituais. Na Índia, em todos os templos de Shiva, há uma grande comemoração nesse dia.
Shiva, na tríade vêdica, é o Destruidor, Transformador, ao lado de Brahmá, o Criador, e Vishnu, o Preservador.
Não encontramos templos a Brahmá, pois todo o mundo é seu templo, e o respeito à criação, o oferecimento de orações a Ele. Nada temos a pedir, pois a criação aqui está.

Vishnu, o Preservador da criação, é casado como Lakshmí, a Deusa da riqueza. Os templos dedicados a Eles, ou a uma das manifestações de Vishnu, como Ráma ou Krishna, são de grande beleza e muito populares. A Ele é pedido o bem-estar, conforto, riqueza e bens materiais.
Shiva é o asceta. Ele dissolve a criação para o aparecimento de outra. Ele remove a ignorância para dar lugar ao conhecimento. Ele ajuda os ascetas, os yogis e os estudantes de Vedanta no seu caminho espiritual. Ele domina todas as disciplinas físicas e mentais. Freqüentemente encontramos imagens de Shiva em profunda meditação. Muitos se espantam ao vê-lo envolto em cobras e decorado com cinzas. A cobra simboliza o ego, o ahamkára, que para Ele não é um problema. Para Ele o ego é um alamkára, uma decoração, pois Ele tem o conhecimento do Eu real, ilimitado. As cinzas representam a queima da ignorância e da ilusão. Os cabelos são compridos como os de um asceta, com um coque no alto da cabeça aparando o rio Ganges, que vem com grande força destruidora, para fazer com que esse mesmo rio saia mais tranqüilo para abençoar os seres na Terra. Ao seu lado, em uma de suas mãos, o tridente, trishúla, símbolo do renunciante, e na outra o damaru, pequeno tambor de onde partem os primeiros sons da criação.
Shiva é Íshvara, também chamado Maheshvara e Jagadíshvara – o Grande Senhor e o Senhor do Universo. Íshvara é o todo, toda a criação e a causa desta. Por isso Shiva também é simbolizado por um lingam. Lingam, em sânscrito, significa alguma coisa com a ajuda da qual você vê outra coisa. É uma indicação. Shivalingam é uma forma sem forma específica. Uma forma que inclui todas as formas. É o símbolo do todo, que é Shiva.
No dia de Maháshivarátri os devotos passam o dia em atividades religiosas e espirituais. Ficam em silêncio, jejum e orações, e no templo há, durante todo o dia, até a meia-noite, uma corrente contínua de repetição do mantra Om namah shiváya – Om saudações a Shiva. Durante o dia vários rituais são feitos. À noite é feito o árati (ritual simples com fogo e cânticos) e distribuído prasáda (alguma coisa, principalmente comestível, que é oferecida no templo e depois dada a todos os que participam).
Durante todo esse dia e essa noite, Shiva, que significa auspiciosidade, é lembrado. Não só Ele, mas o que Ele representa: a dedicação total à chamada vida espiritual e à busca do conhecimento; a destruição completa da ignorância e quaisquer obstáculos que possam existir; a dissolução do devoto no altar da devoção, na chama do conhecimento da identidade da natureza de ambos. O devoto de Shiva alcança o bem absoluto que é Ele mesmo.

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-Hanuman Jayanti

Sri Hanuman é adorado por sobre toda a Índia, tanto só como junto com Rama. Cada templo de Sri Rama tem a Murti ou ídolo de Sri Hanuman. Hanumam foi um Avatara do Senhor Siva. Ele nasceu do Deus do vento e de Anjani Devi. Ele é também chamado pelos nomens de Pavanasuta, Marutsuta, Mahavira, Bajrangabali, e Pavankumar.
Hanumam foi o poder vivente de Ram-Nam. Ele foi um idel trabalhador abnegado, um verdadeiro Karmam-yogi, que trabalhava desinteressadamente. Ele foi um grande devoto e um excepcional Brahmachari ou celibatário. Ele serviu Sri Rama com amor puro e devoção, sem especar nenhum fruto de resultado. Ele viveu apenas para servir Sri Rama. Ele foi humilde, bravo e sábio. Ele possuía todas as virtudes divinas. Ele fez o que os outros não fizeram; ele cruzou o oceano simplesmente para expressar Ram-Nam, queimar o rei demônio da cidade de Lanka, e trazer a erva sagrada para salvar a vida de Lakshmana. Ele trouxe Sri Rama e Lakshmana do mundo inferior após matar Ahiravana.
Hanumam possuía devoção, conhecimento, espírito de serviço abnegado, poder de celibato, e livre de desejo. Ele jamais gabou-se da sua bravura e inteligência. Ele disse para o demônio Ravana: “Eu sou um humilde mensageiro de Sri Rama. Eu vim aqui para servir Sri Rama, para fazer o Seu trabalho. Eu vim aqui pelas ordens de Sri Rama. Eu sou destemido pelas graça de Sri Rama. Eu não tenho medo da morte. Eu dou boas vindas a ela se vier enquanto estiver servindo Sri Rama”. Veja-se como Hanuman foi humilde! Ele tinha profunda devoção por Sri Rama! Ela jamis disse: “Eu sou o bravo Hanuman. Eu posso fazer tudo e qualquer coisa”. Sri Rama pessoalmente disse para Rama: “Eu estou muito agradecido a voce, óh magnifico herói. Você fez maravilhas, coisas super humanas. Você nunca quis qualquer coisa em retorno. Sugriva teve seu reino devolvido para ele. Angaba havia coroado principe. Vibhishana tornou-se rei de Lanka. Mas voce nao pediu qualquer coisa em nenhum tempo. Você tirou a preciosa guirlanda de perolas dada a você por Sita. Como posso eu pagar Meus débitos com a sua gratidão? Eu irei sempre ficar profundamente agradecido a você. Eu entrego a você a bênção da vida eterna. Todos irão honrar e adorar a você como a Mim mesmo. Seus ídolos irão ser colocados nas portas de Meus templos, e você será adorado e honrado primeiro. Sempre que Minhas histórias forem recitadas forem recitadas ou as glórias cantadas, sua gloria se cantada antes de Mim. Você será capaz de fazer qualquer coisa, mesmo o que Eu não for capaz de fazer!”.
Deste modo Sri Rama glorificou Hanunam quando ele retornou após encontrar Sita em Lanla. Hanuman não exaltou-se nem um pouco. Ele prestou reverências aos pés de Sri Rama.
Sri Rama pediu para ele: “’Oh magnífico herói, como você cruzou o oceano?”, Hanuman humildemente respondeu: “Por Sua graca, meu Senhor”. Que profunda humildade Hanuman encorporou?
Muitos querem riqueza em retorno pelos seus services. Alguns não querem riqueza, mas eles não podem resistir ao nome e fama. Outros não querem nada disso, mas querem aprovação. Apesar de outros não quererem nada, eles ostentam seus feitos. Mas Hanuman estava acima de tudo isso. Isso é o por que ele é reconhecido como um Karma-Yogi ideal, e um insuperável adepto de Bhakti. Sua vida está cheia de lições , objetivas. Cada um deverá seguir o melhor possível o nobre exemplo de Hanuman.
Seu aniversário cai no dia de Chaitra Shukla Purnima, o dia de lua cheia em Março-Abril. Neste dia sagrado é feita a adoração de Sri Hanuman. Deve-se jejuar neste dia. Leia o Sri Hanuman Chalisa. Passe todo o dia fazendo Japa de Ram-Nam. Hanuman ficará altamente satisfeito e irá abençoar você com sucesso em todas as suas tarefas.

Glórias a Hanuman! Glórias ao seu Senhor, Sri Rama!

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-Ramnavami

Ramnavami ou o aniversário do Senhor Rama acontece no nono dia do lua cheia, no mês de Chaitra Março-Abril. Rama é o Senhor Hari em pessoa, que encarnou na Terra para destruir Ravana. Shri Rama estava lindamente adornado com marcas reais. Sua glória e proeza são ilimitadas. Ele foi uma pérola por sobre a Terra. Rama estava completamente livre da malícia. Ele era gentil. Ele foi o protetor de todas as pessoas. Ele sempre se dirigia as pessoas com palavras gentis. Ele jamais usou quaisquer palavras ásperas mesmo quando alguém O provocava. Ele firmou-se no mundo todo.
Deixe o Senhor Rama ser um ideal para você. Os verdadeiros ideais são adotados e relembrados com o propósito de serem adotados na própria vida. A celebração de Ramnavmi ou Vasanta Navaratri, todos os anos, é uma ocasião apropriada para saturar a você mesmo com o espírito do Senhor Rama. Nós amamos e adoramos nossos ideais porque nós expressamos através disso nossas saudades de união com eles. Em nossa adoração a Deus está implicado que devemos ser virtuosos, bons e perfeitos tais como Deus é. Por conseguinte, a sábia instrução: “Uma pessoa deve se tornar divina com o objetivo de capacitar para adorar a Deus”. Ninguém poderá ser um autêntico adorador do Senhor Rama a menos que faça a si próprio uma pessoa honesta, plantando as virtudes que o Senhor Rama representa. De outro modo, a adoração do Senhor Rama é em si mesma um meio certo de desenvolver tais virtudes.

A nobre lição que está incorporada no Ramayana é de suprema importância para a justiça para a vida de cada ser humano. Justiça é uma centelha espiritual da vida. Cultivar a justiça ou retidão é um processo fundamental latente da divindade humana. A gloriosa encarnação do Ser Supremo, na forma do Senhor Rama, é um exemplo do caminho da retidão. Deixe-se a humanidade seguir os passos de Shri Rama, e praticar os ideais esperançosos d’Ele, pois este é o único caminho para a paz eterna, prosperidade e riqueza neste mundo.

Adorem, portanto, o Senhor Rama, que é Vishnu em si mesmo, esposo de Sita, que é a própria Lakshmi. Abandone todos as tolices e inimizades. Sirva ao Senhor Rama. Ram-nam (o nome de Rama), queima a ignorância, a paixão e o pecado. Com ou sem conhecimento, correta ou incorretamente, quando a palavra “Rama”é pronunciada chove uma chuva de bênçãos por sobre o devoto. Shri Rama é Brahman que que faz alguém cruzar o oceano da existência mundana. Rama é o que os Yogis suportam, que é o Ser interior.
O Senhor Siva disse para a Sua consorte Parvati: “Este nome de Rama - Ram-nam - equivale a milhares de nomes do Senhor, ou repetir um Mantra milhares de vezes”.

Oh amado seguidores! O tempo corre. Conheça o valor do tempo. O tempo é muito precioso. Utilize cada segundo proveitosamente. Não negligencie. Abandone a fofocagem inútil. Esqueça o passado. Viva cada momento da sua vida para a realização da meta e do ideal divinos. Desvele as suas qualidades espirituais latentes. Plante, desenvolva e torne-se um super homem, ou um Yogi dinâmico. Esforce-se para alcançar a meta da vida.
Que todos alcancem a meta da beatitude final da vida, através de intensa devoção para Shri Rama! Que todos vivam mergulhados no êxtase do Amor Divino! Que Shri Rama, que é refulgente como milhões de sois, e que é adorado pelos deuses e devotos, proteja a todos! Que as bênçãos do Senhor Rama caiam por sobre todos nos!

Om Tat Sat

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-Holi Purnima

Puja de Lua Cheia junto com Holi que Significa queimar todas as impurezas da mente, como egoísmo, vaidade e cobiça no fogo da devoção e do conhecimento. Acende o amor cósmico, compaixão, generosidade, inegoísmo, veracidade e pureza no fogo da prática Yóguica. Este puja vai cai no mês de março.


-Guru Purnima

Puja dedicado ao Guru - homenageando toda a tradição Guru-Sishya (Mestre - Discípulo) que mantém o Dharma no mundo e mantem vivos os métodos de auto-realização

OBS: Cada Sede ou Ashram, tem o seu próprio calendario, veja no link dos Ashramas ou sedes para ver a agenda de cada lugar.


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